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Native Instruments recriou digitalmente o piano pessoal de Alicia Keys

native instruments alicia keys piano ref49987 Native Instruments recriou digitalmente o piano pessoal de Alicia Keys

Já imaginou ter o piano pessoal de Alicia Keys em suas produções?

Agora é possível, a empresa Native Instruments recriou digitalmente em forma de instrumento virtual (VSTI) o timbre do piano pessoal de Alicia Keys, com grande autenticidade e desenvolvido em conjunto com a artista vencedora do Grammy.

O software é usado como o principal instrumento de seu novo álbum.

Este é o som de piano que tem ajudado a “Miss Keys” ganhar vários Grammys e chegar ao topo das paradas. .

O instrumento virtual Native instruments Alicia’s Keys foi sampleado de seu próprio piano, gravado no próprio estúdio da artista, sob a supervisão do engenheiro de sua confiança, “Ann Mincieli”

As amostras são provenientes do instrumento Yamaha Alicia Keys ‘™  que é um piano de cauda.

Este exclusivo e altamente procurado instrumento foi construído para comemorar o aniversário de 100 anos da Yamaha em 2002 e representa o topo da linha Collection.

img post box alicia keys ref 299782 Native Instruments recriou digitalmente o piano pessoal de Alicia Keys

O som excelente e original do Neo C3 foi meticulosamente capturado por Thomas Skarbye,  Nils Liberg e o premiado engenheiro Ann Mincieli – tornando este instrumento exclusivo disponível para todos.

O uso de microfones e preamps vintage e através de análises detalhadas, a equipe conseguiu capturar o som quente, “soulful”  e inspirador do Neo C3.

Alicia mesma diz:

“Sinto-me confiante de que nós conseguimos o melhor piano virtual que você já ouviu e estou animada para apresentá-lo para você!

Ann, Thomas e Nils somos uma equipe brilhante!”

Para saber mais sobre este novo instrumento virtual clique aqui, para acessar a página da Native.


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Publicado por: Raphael Maia Jr, em 03/março/2010.

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Raphael Maia . Com . Br – Real Presets Para o Guitar Rig 3 Stone Temple Pilots – EXCLUSIVO GRATIS.

stone presets post  Raphael Maia . Com . Br   Real Presets Para o Guitar Rig 3 Stone Temple Pilots   EXCLUSIVO GRATIS.

Seguindo o mesmo post do Pearl Jam, agora são presets para o Guitar Rig 3 da Banda Stone Temple Pilots, para escutar uma prévia do efeito, veja e ouça o video e os aquivos de audio abaixo do Post.

Para Copiar Clique abaixo ( Obs. a senha para descompactar é www.raphaelmaia.com.br )

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um pouco da historia da banda…

Tudo começou com o vocalista Scott Weiland, que em 1991 tinha uma banda de rock chamada Mighty Joe Young. O fim desse grupo e a saída dos integrantes fizeram com que Scoot montasse o Stone Temple Pilots, em 1992. O primeiro CD da banda, integrada por Scott Weiland (vocais), Robert DeLeo (baixo), Dean DeLeo (guitarra) e Eric Kretz (bateria) foi lançado no mesmo ano: “Core”, que vendeu mais de 7 milhões de cópias em todo mundo. Criticados no início da carreira por fazer um som que muitos consideravam uma mistura de Alice in Chains com Pearl Jeam, o Stone ganhou o prêmio da MTV de “Banda Revelação” pelo clipe da música “Plush” e alcançou o respeito no meio musical.

Em 1993, a banda gravou um acústico para a MTV e, em 1994, lançou o segundo CD, “Purple”, que mais uma vez foi sucesso de vendas com mais de 5 milhões de cópias vendidas. Já consagrada como uma das principais bandas de hard core, o terceiro trabalho do Stone Temple Pilots chegou em 1996 com o título “Tiny Music…Songs from Vatican Giftshop”. No meio da turnê, o vocalista Scott teve sérios problemas com drogas e a banda foi obrigada a cancelar as apresentações. Rumores de que os outros integrantes teriam feito as músicas e creditado a autoria a Scott resultou na venda de 2 milhões de discos no mundo, um número bem inferior aos alcançados com os CDs anteriores.

As músicas desse CD mostravam claramente a situação vivida pelo grupo. Em “Tumble In the Rough”, um dos versos diz: “Eu estou procurando por uma nova meditação, ainda procurando uma nova maneira para voar, e não uma nova maneira de morrer”.

Depois desse trabalho, a banda gravou discos separadamente. Scott lançou “12 Bar Blues” e os outros integrantes chamaram o ex-vocalista do Ten Inch Men, Dave Coutts, e montaram um novo grupo chamado “Talk Show”. Em 1999, a banda se reuniu novamente e lançou “No. 4”, mas logo depois Scott foi preso por porte de heroína e o Stone Temple Pilots teve que parar novamente.

Em 2001, com Scott livre, a banda lançou “Shangri La Dee Da”, com composições que agradaram quase todos os públicos, voltando a fazer sucesso em todo o mundo. A coletânea “Thank You” foi lançada em 2003 com os principais hits dos discos anteriores, principalmente do CD “Core”, que conta com 4 faixas, entre elas”Wicked Garden”, “Creep”, “Push” e “Sex Type Thing”. Segundo a crítica, duas músicas faltaram nesta junção: “Crackeman” e “Piece of Pie”.

Os intermináveis problemas do vocalista com o uso de drogas fizeram com que a banda terminasse. Agora, Scott Weiland canta na banda Velvet Revolver, do ex-guitarrista do Guns n’ Roses, Slash. Os irmãos Robert e Dean Deleo viraram produtores musicais e o primeiro trabalho deles nesta área é o lançamento do grupo Libertines. O baterista Eric Kretz construiu um estúdio em sua casa.
Um Grande Abraço a Todos!!
Raphael Maia Jr – Produção Musical Com Tecnologia!
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Video de Demonstração dos efeitos abaixo

 
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Publicado por: Raphael Maia Jr, em 18/fevereiro/2009.

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Raphael Maia . Com . Br – Real Presets Para o Guitar Rig 3 Pearl Jam – EXCLUSIVO GRATIS.

Pearl Jam - Presets Guitar Rig 3 - Post www.raphaelmaia.com.br

Para quem curte a banda Pearl Jam, PRESETS exclusivos da Banda para o Guitar RIG 3, para ouvir uma pequena amostra do efeito veja o video abaixo, ÓTIMO.!


Para Copiar Clique abaixo ( Obs. a senha para descompactar é www.raphaelmaia.com.br )

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uma pequena historia da banda…

O Pearl Jam surgiu em Seattle, na metade dos anos 80, época em que ainda não havia o movimento Grunge. O guitarrista Stone Gossard e o baixista Jeff Ament que eram amigos, formaram uma banda de hard-rock chamada de Green River ao lado do guitarrista Steve Turner e o vocalista Mark Arm. Essa banda achegou a lançar um álbum e um EP mas se desfez em 88 quando Arm e Turner formariam logo depois o Mudhoney.

Stone e Jeff continuaram juntos e, com o vocalista Andrew Wood, formam uma outra banda chamada Mother Love Bone. Logo após o lançamento do primeiro álbum da banda, vocalista Andrew Wood, morre, vítima de uma overdose de heroína. Os dois companheiros de Wood, sem outra opção, saíram à procura de um novo vocalista. Logo gravam uma fita demo com 3 músicas instrumentais que, por intermédio do ex-baterista do Red Hot Chili Peppers, Jack Irons, caiu nas mãos do então vocalista desempregado Eddie Vedder. Este gravou sua voz por cima das músicas e mandou de volta para Jeff Ament e Stone Gossard.

Ao mesmo tempo que isso acontecia, Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e ex-companheiro de quarto do falecido vocalista do Mother Love Bone, resolve formar um banda para fazer um disco em homenagem ao antigo companheiro. Ele contacta Jeff e Stone, que aceitam fazer parte desse projeto. Estes, por sua vez, levam Mike McCready e Eddie Vedder, e juntamente com o baterista Matt Cameron, também do Soundgarden, formam o Temple of the Dog. Gravam um álbum auto-intitulado, que saiu pela A&M Records em 1991.

Depois do fim dessa banda, Jeff, Stone, Mike e Eddie decidem formar definitivamente um novo grupo, e para isso ganham o reforço do baterista Dave Krusen. Assim, nasce o Pearl Jam. A princípio, o nome da banda seria Mookie Blaylock mas Vedder sugere o nome Pearl Jam, que seria uma homengam à uma geléia com poderes alucinógenos que sua avó (chamada Pearl) fazia. Assinam um contrato com a Epic Records, lançando em 91, o primeiro álbum Ten.

O álbum emplacou vários hits nas rádios e na MTV, como “Alive”, “Oceans” , “Jeremy“e “Even Flow”, entrando para o Top Tem da indústria fonográfica americana. Ainda nesta época o baterista Dave Krusen foi substituído por Dave Abbruzzese. Um ano depois a banda gravou o MTV Unplugged e tocou no festival itinerante Lolapalooza. Em 1993 ganharam o MTV Vídeo Music Awards de melhor banda de Hard Rock / Heavy Metal, Melhor Vídeo de Grupo, Melhor Diretor e Vídeo do Ano pelo clipe de Jeremy. Ainda este ano eles gravaram dois singles chamados Daughter e Animal.

Depois desse exaustivo ano, em que o Pearl Jam consolidou de vez o status de ser a grande banda de rock do momento, o grupo volta ao estúdio para gravar o seu segundo disco. Em outubro de 1993 sai então “Vs”. Este álbum alcançou o recorde de vendas. Em apenas 24 horas foram vendidas 350 mil cópias. O sucesso do grupo se tornava cada vez maior com a gravação de singles como Spin In The Black Circle e do próximo álbum “Vitalogy”. Foi nesta mesma época que Dave Abbruzzese foi mandado embora do grupo. Seu substituto foi o ex-Chilli Peppers Jack Irons.

Em 1994, já nas lojas, o disco “Vitalogy” não vende tão bem quanto os anteriores, e a tensão entre a banda aumenta. Não chega a ser um fracasso, claro, mas a significativa diminuição de cópias vendidas é diretamente causada pelo biocote que a banda sofre por parte da imprensa em geral, devido à postura anti-comercial adotada por eles.

No ano de 1995 foram lançados mais dois singles intitulados “Not For You” e “Immortality”. Ainda neste ano o grupo viajou em turnê junto com Neil Young. Em 1996 o Pearl Jam resolve fazer uma pausa, e sai de cena por um tempo. Mas logo eles gravam um novo trabalho intitulado “No Code”. O disco não foi um sucesso mas mesmo assim vendeu bem, e a banda parte para um nova turnê de quase dois anos, sempre com casa cheia. Em 1998 porém, a banda trabalhou dobrado.

Além de lançarem os singles “Given To Fly” e “Wishlist”, o novo álbum “Yeld”, também saiu o primeiro vídeo da banda intitulado “Single Video Theory”. No fim desse mesmo ano ainda chegou às lojas o primeiro registro ao vivo do grupo: “Live On Two Legs”. Este foi também o primeiro trabalho do grupo com o ex-baterista do Soundgarden, Matt Cameron. O ano de 1999 começou com o Pearl Jam participando de um disco em benefício das vítimas da guerra de Kosovo, chamado “No Boundaries” (no Brasil, “Sem Fronteiras“).

O grupo aparece com a música “Last Kiss”, uma bela e simples balada, que tocou exaustivamente nas rádios do Brasil (e que virou um single da banda). No mesmo ano a banda termina as composições do álbum “Binaural” que acabou sendo lançado em 2000, porém, sem a agressividade que marcou o início da carreira.

Em 2002, chega “Riot Act”, um pouco mais pesado que o trabalho anterior e que trouxe de volta, inclusive, a rebeldia do Pearl Jam, pelo menos nas apresentações ao vivo onde o vocalista Eddie Vedder criticava duramente o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush e a guerra no Iraque.

A banda passa também a comercializar em seu site oficial vários ‘bootlegs’, ou seja, gravações de quase todos os shows que o Pearl Jam realizou na turnê. Somente em 2004, entretanto, Vedder e sua turma anunciaram que estão pensando num álbum inédito. O material, entretanto, não tem título e nem data pra sair. E o Pearl Jam também continua sem gravadora.

Um Grande Abraço a Todos!!
Raphael Maia Jr – Produção Musical Com Tecnologia!
http://www.raphaelmaia.com.br

Video de Demonstração dos efeitos abaixo.

 
icon for podpress  Demonstração em Audio Pearl Jam - 01 [0:58m]: Play Now | Play in Popup

 
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Publicado por: Raphael Maia Jr, em 18/fevereiro/2009.

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Raphael Maia . com . Br – Nine Inch Nails lança outro álbum de Graça na Internet.

nine post Raphael Maia . com . Br   Nine Inch Nails lança outro álbum de Graça na Internet.

Pelo visto lançar álbuns via internet virou um bom negócio. Depois de apenas dois meses que o Nine Inch Nails lançou o álbum Ghosts já está na internet outro: The Slip.

O The Slip”, disco novo de estúdio do Nine Inch Nails, pode ser baixado de graça no site oficial do grupo.
De acordo com as instruções da página, após fornecer um endereço de e-mail válido, o internauta receberá uma mensagem com o link para o download. Os arquivos trazem ainda a capa e demais informações sobre o disco. O recebimento do e-mail de confirmação pode demorar alguns minutos.

A banda pretende lançar “The Slip” em CD e vinil em julho.

Interessante é que eles encorajam as pessoas a espalhar sua música pela internet, ao contrário do que as bandas costumavam fazer, pouco tempo atrás. Sinais dos tempos.

Mais interessante ainda é que eles liberaram vários formatos, com qualidade que vai do MP3 ao WAVE de alta definição (melhor que CD). Para quê economizar na qualidade? Os caras mandaram muito bem.

Em uma mensagem postada no site da banda, o líder Trent Reznor declarou aos fãs: “Obrigado pelo apoio leal durante todos esses anos. Este é por minha conta”.

Em março passado, o Nine Inch Nails lançou o álbum “Ghosts I-IV” na Internet. Neste caso, os fãs poderiam baixar as primeiras nove das 36 canções de graça ou pagar US$ 5 pelo pacote completo.

Veja abaixo a lista de músicas de “The Slip”.

“999,999″
“1,000,000″
“Letting you”
“Discipline’”
“Echoplex”
“Head Down”
“Lights In The Sky”
“Corona Radiata”
“The Four Of Us Are Dying”
“Demon Seed”

O álbum sai com uma licença Creative Commons, então existem algumas limitações em seu uso e distribuição.

O que é Creative Commons?

“As licenças Creative Commons foram idealizadas para permitir a padronização de declarações de vontade no tocante ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação, sob a égide de uma filosofia copyleft.

As licenças criadas pela organização permitem que detentores de copyright (isto é, autores de conteúdos ou detentores de direitos sobre estes) possam abdicar em favor do público de alguns dos seus direitos inerentes às suas criações, ainda que retenham outros desses direitos. Isso pode ser operacionalizado por meio de um sortimento de módulos standard de licenças, que resultam em licenças prontas para serem agregadas aos conteúdos que se deseje licenciar.

Os módulos oferecidos podem resultar em licenças que vão desde uma abdicação quase total, pelo licenciante, dos seus direitos patrimoniais, até opções mais restritivas, que vedam a possibilidade de criação de obras derivadas ou o uso comercial dos materiais licenciados”

Para Acessar o site oficial do Nine Inch Nails, clique aqui!
Grande Abraço!
Raphael Maia Jr – Produção Musical Com Tecnologia!
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Publicado por: Raphael Maia Jr, em 13/maio/2008.

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Raphael Maia . com . br – “Onde Brilham os Olhos Seus”

takai capa  Raphael Maia . com . br   “Onde Brilham os Olhos Seus

Uma das melhores surpresas de 2007 foi o disco “Onde Brilham os Olhos Seus”, que traz a vocalista do Pato Fu, Fernanda Takai, em sua estréia solo provando ser uma das melhores cantoras do país numa recriação de canções gravadas por Nara Leão. Com produção do marido e também parceiro de Pato Fu, John Ulhôa, que também toca todos os instrumentos, o álbum conecta dois grandes momentos da Música Brasileira, dois universos ricos e criativos, a fase áurea de Bossa-Nova e Tropicália e o momento atual, onde produção, composição e interpretação ganham alta qualidade com nomes fora da mídia e do grande mercado.

Fernanda Takai dá nova alma a clássicos, como “Insensatez” de Tom Jobim e Vinícius de Moraes e “Com Açúcar, Com Afeto” de Chico Buaque e atualiza lindamente pérolas esquecidas, como “Seja o Meu Céu”, de Robertinho do Recife, um das melhores do disco. Ciente de suas limitações, assim como Nara, Fernanda explora o sentimento através de sua voz doce e pequena.

O resultado se encaixou de forma perfeita ao repertório de Nara, como se as canções tivessem sido feito para ela, como em “Canta, Maria” de Ary Barroso e “Diz que fui por ai” de Zé Ketti, outro destaque do álbum. Ao todo são 13 músicas, com versão particulares, numa desconstrução que às vezes causa até estranhamento. Não há fidelidade alguma às versões originais e esse é um dos maiores méritos do trabalho. A bossa, MPB, choro e samba de nomes como Chico Buarque, Tom Jobim e Vinícius de Moraes, Caetano Veloso, Zé Kéti, Nelson Cavaquinho, Erasmo e Roberto Carlos e Ary Barroso se transformam em versões discretas e caprichosamente modernas.

Pop, rock, jazz, soul e em alguns momentos até um clima meio ambient music. Além de John, o disco conta com participações de Lulu Camargo, tecladista do Pato Fu, e Roberto Menescal, que gravou as guitarras de “Insensatez”. Em formato digipack e belo projeto gráfico, o CD vale a pena também pelo belo projeto gráfico, que inclui textos de Nelson Motta, letras das músicas e fotos. Co-produzido por Nelson Mota (que lançou a idéia do projeto), “Onde Brilham os Olhos Meus” foi eleito ‘Melhor Disco’ pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), na categoria popular e vai render alguns shows por algumas capitais, inclusive Salvador. Um daqueles discos que vale a pena ter em casa e que nos revela uma nova e bela faceta da carreira de Fernanda Takai.

 
icon for podpress  Fernanda Takai - Incensatez.: Play Now | Play in Popup

 
icon for podpress  Fernanda Takai - Diz que fui por aí.: Play Now | Play in Popup

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Publicado por: Raphael Maia Jr, em 07/abril/2008.